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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Rapidinhas
Apoio de Lula a candidatos presos
A Executiva Nacional do PT vai pressionar os coordenadores da campanha do candidato ao Senado Waldez Góes (PDT), preso na última sexta-feira (10) durante a Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, no Amapá, para tirar do ar as inserções em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece pedindo votos para ele.
Nos dias que se seguiram à prisão, a fala de Lula pedindo votos ao senador continuou sendo mostrada exaustivamente na TV no Amapá. A campanha do governador Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição - outro detido na operação de sexta-feira - também continua no horário eleitoral apresentando a ligação política com a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
Fonte: R7.com
Eleições no RS
Provocou agitação na campanha de Yeda Crusius (PSDB) uma série de cartazes que hoje amanheceu espalhada pelo Estado. Sem a assinatura do responsável pelos ataques, as peças mostram a governadora atrás de grades, acompanhada da frase “Você sabe onde Yeda e seus cúmplices deveriam estar?”
Uma lista de deputados estaduais, com suas respectivas fotos, completam a imagem com os dizeres: “Estes são os cúmplices de Yeda. Não vote neles”.
A coligação encabeçada pela governadora, por meio de nota à imprensa, informou ter apresentado denúncia à Polícia Civil e ao Ministério Público, pedindo investigação por crime eleitoral. E atribui a culpa a “candidaturas oportunistas que, não tendo nada a mostrar e a dizer, apelam para a covardia”.
Fonte: ClicRBS.com.br
A Executiva Nacional do PT vai pressionar os coordenadores da campanha do candidato ao Senado Waldez Góes (PDT), preso na última sexta-feira (10) durante a Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, no Amapá, para tirar do ar as inserções em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece pedindo votos para ele.
Nos dias que se seguiram à prisão, a fala de Lula pedindo votos ao senador continuou sendo mostrada exaustivamente na TV no Amapá. A campanha do governador Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição - outro detido na operação de sexta-feira - também continua no horário eleitoral apresentando a ligação política com a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
Fonte: R7.com
Eleições no RS
Provocou agitação na campanha de Yeda Crusius (PSDB) uma série de cartazes que hoje amanheceu espalhada pelo Estado. Sem a assinatura do responsável pelos ataques, as peças mostram a governadora atrás de grades, acompanhada da frase “Você sabe onde Yeda e seus cúmplices deveriam estar?”
Uma lista de deputados estaduais, com suas respectivas fotos, completam a imagem com os dizeres: “Estes são os cúmplices de Yeda. Não vote neles”.
A coligação encabeçada pela governadora, por meio de nota à imprensa, informou ter apresentado denúncia à Polícia Civil e ao Ministério Público, pedindo investigação por crime eleitoral. E atribui a culpa a “candidaturas oportunistas que, não tendo nada a mostrar e a dizer, apelam para a covardia”.
Fonte: ClicRBS.com.br
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A mídia e as eleições
Na manhã de quarta-feira (19/08/2010), Folha Online e UOL inovaram, mas mantiveram velhas práticas da política oligárquica e da imprensa que é sua porta voz. Em parceria, promoveram um debate online entre os candidatos à presidência da República, mas aproveitaram o vácuo legislativo para a internet no Brasil para adotar uma postura antidemocrática. A postura foi mantida e aprofundada nas matérias publicadas após o debate.
Para escolher os debatedores, os organizadores adotaram como critério os resultados das últimas pesquisas. Só participaria quem alcançasse 10% das intenções de voto. Dessa forma, participaram Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV). Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), destaque no primeiro debate televisivo, ficou de fora. As emissoras de televisão são obrigadas pela legislação a convidar o candidato do PSOL, por seu partido ter representação no Congresso. A falta total de regras para a internet possibilitou a decisão. Mas, embora a promoção de um debate seja uma questão jornalística, não é apenas desse fato que este post quer tratar
Enquanto Folha Online e UOL transmitiam o debate, Plínio usou um recurso de webcam do Twitter, Twitcam, para comentar o que acontecia no encontro entre Dilma, Serra e Marina e, dessa forma, participar indiretamente das discussões, colocar-se, posicionar-se frente aos temas. Assim como a promoção de um debate exclusivamente para a web, a atitude de intervenção de Plínio e a forma inteligente como ele usou a internet para democratizar a campanha foi inédita, e, no mínimo, digna de nota. Para a Folha e o UOL, não. Ainda que seja um fato importante e interessante dos entornos do debate que esses mesmos veículos promoveram, eles prefiram, de forma antidemocrática, ignorar a ação política do candidato do PSOL.
O Estadão Online foi o único veículo que deu ao fato o espaço devido. Embora o título da matéria distorça o que realmente aconteceu, dizendo que Plínio “hackeou” o debate, o texto mostra com clareza a ação, inclusive com o vídeo, e suas repercussões na web. Segundo o Estadão, “Plínio ficou oscilando entre as duas primeiras posições da lista de assuntos mais comentados do Twitter no Brasil – em maior destaque, inclusive, que a próprio debate. Entre 10h e 15h30, 1.760 tweets mencionaram ‘Plínio de Arruda’”. Foi isso o que Folha e UOL ignoraram solenemente. É o antijornalismo birrento.
Fonte: Jornalismo B by Jornalismo B is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.
Based on a work at jornalismob.wordpress.com.
Para escolher os debatedores, os organizadores adotaram como critério os resultados das últimas pesquisas. Só participaria quem alcançasse 10% das intenções de voto. Dessa forma, participaram Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV). Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), destaque no primeiro debate televisivo, ficou de fora. As emissoras de televisão são obrigadas pela legislação a convidar o candidato do PSOL, por seu partido ter representação no Congresso. A falta total de regras para a internet possibilitou a decisão. Mas, embora a promoção de um debate seja uma questão jornalística, não é apenas desse fato que este post quer tratar
Enquanto Folha Online e UOL transmitiam o debate, Plínio usou um recurso de webcam do Twitter, Twitcam, para comentar o que acontecia no encontro entre Dilma, Serra e Marina e, dessa forma, participar indiretamente das discussões, colocar-se, posicionar-se frente aos temas. Assim como a promoção de um debate exclusivamente para a web, a atitude de intervenção de Plínio e a forma inteligente como ele usou a internet para democratizar a campanha foi inédita, e, no mínimo, digna de nota. Para a Folha e o UOL, não. Ainda que seja um fato importante e interessante dos entornos do debate que esses mesmos veículos promoveram, eles prefiram, de forma antidemocrática, ignorar a ação política do candidato do PSOL.
O Estadão Online foi o único veículo que deu ao fato o espaço devido. Embora o título da matéria distorça o que realmente aconteceu, dizendo que Plínio “hackeou” o debate, o texto mostra com clareza a ação, inclusive com o vídeo, e suas repercussões na web. Segundo o Estadão, “Plínio ficou oscilando entre as duas primeiras posições da lista de assuntos mais comentados do Twitter no Brasil – em maior destaque, inclusive, que a próprio debate. Entre 10h e 15h30, 1.760 tweets mencionaram ‘Plínio de Arruda’”. Foi isso o que Folha e UOL ignoraram solenemente. É o antijornalismo birrento.
Fonte: Jornalismo B by Jornalismo B is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.
Based on a work at jornalismob.wordpress.com.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Primeiro debate
O primeiro debate entre presidenciáveis na TV, que ontem reuniu, na Band, os candidatos José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), acabou se transformando em um duelo entre os dois primeiros, que Serra tentou puxar para a saúde e Dilma para números e realizações do governo Lula.
Foi um confronto morno, sem emoção, a não ser nas curtas e duras críticas de Plínio aos demais. Ao final do programa - que foi moderado por Ricardo Boechat, e tendo como perguntadores os jornalistas Joelmir Betting e José Paulo de Andrade - Dilma tentou passar os "avanços" do governo Lula e Serra, além de exibir sua familiaridade com a saúde, prometeu "estatizar" de novo empresas como os Correios (logo o PSDB que privatizou quase tudo), que em sua opinião foram aparelhados pelo PT.
Foi um confronto morno, sem emoção, a não ser nas curtas e duras críticas de Plínio aos demais. Ao final do programa - que foi moderado por Ricardo Boechat, e tendo como perguntadores os jornalistas Joelmir Betting e José Paulo de Andrade - Dilma tentou passar os "avanços" do governo Lula e Serra, além de exibir sua familiaridade com a saúde, prometeu "estatizar" de novo empresas como os Correios (logo o PSDB que privatizou quase tudo), que em sua opinião foram aparelhados pelo PT.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Para Serra e Dilma, o verbo é Tuitar e não dialogar
O candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, desistiu de participar do Debate On-Line 2010, promovido pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!, e marcado para a próxima segunda-feira (26). Este é o comunicado da assessoria de comunicação do candidato José Serra sobre a desistência, enviado na noite desta quinta-feira (22) aos quatro portais:
- Prezados organizadores, por impossibilidade de agenda, o candidato José Serra (PSDB) não poderá participar do Debate On-Line, proposto para o dia 26 de julho, pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!. Cordialmente, assessoria de comunicação.
Em função da desistência de Serra e da ausência da candidata petista, Dilma Rousseff, anunciada anteriormente, o debate não será mais realizado.
Os primeiros contatos sobre a realização do debate, com os coordenadores das campanhas e presidentes de partidos, foram feitos nas duas primeiras semanas do mês de junho, por telefone ou email. A data inicialmente prevista foi a de 31 de agosto.
No dia 30 de junho, em reunião na sede da TV1, contratada para produzir o evento, representantes das campanhas de José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) concordaram com as regras e o formato propostos. Também pediram a antecipação do debate para o dia 26 de julho, de forma a acomodar melhor as demandas das agendas de campanha.
Nos dias 8 e 12 de julho, os representantes do PV e do PSDB assinaram termo de ciência de participação dos candidatos no evento. No dia 5 de julho, foi feita uma apresentação do formato do debate a um representante do PT, partido da candidata Dilma Rousseff. Os contatos se mantiveram ao longo do mês, até a formalização da recusa da candidata em participar do debate, no dia 20 de julho.
Quase 200 mil votos de internautas a respeito dos temas que gostariam de ver discutidos no debate tinham sido enviados a uma enquete feita no portal Terra, até o momento da desistência de Serra. Segurança, Saúde e Educação foram os temas mais votados.
O Terra tinha recebido também mais de 6 mil perguntas de internautas para os candidatos, por meio do portal e das redes sociais. Somadas as questões enviadas a outros portais, foram cerca de dez mil perguntas enviadas
Fonte: http://noticias.terra.com.br
- Prezados organizadores, por impossibilidade de agenda, o candidato José Serra (PSDB) não poderá participar do Debate On-Line, proposto para o dia 26 de julho, pelos portais iG, MSN, Terra e Yahoo!. Cordialmente, assessoria de comunicação.
Em função da desistência de Serra e da ausência da candidata petista, Dilma Rousseff, anunciada anteriormente, o debate não será mais realizado.
Os primeiros contatos sobre a realização do debate, com os coordenadores das campanhas e presidentes de partidos, foram feitos nas duas primeiras semanas do mês de junho, por telefone ou email. A data inicialmente prevista foi a de 31 de agosto.
No dia 30 de junho, em reunião na sede da TV1, contratada para produzir o evento, representantes das campanhas de José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) concordaram com as regras e o formato propostos. Também pediram a antecipação do debate para o dia 26 de julho, de forma a acomodar melhor as demandas das agendas de campanha.
Nos dias 8 e 12 de julho, os representantes do PV e do PSDB assinaram termo de ciência de participação dos candidatos no evento. No dia 5 de julho, foi feita uma apresentação do formato do debate a um representante do PT, partido da candidata Dilma Rousseff. Os contatos se mantiveram ao longo do mês, até a formalização da recusa da candidata em participar do debate, no dia 20 de julho.
Quase 200 mil votos de internautas a respeito dos temas que gostariam de ver discutidos no debate tinham sido enviados a uma enquete feita no portal Terra, até o momento da desistência de Serra. Segurança, Saúde e Educação foram os temas mais votados.
O Terra tinha recebido também mais de 6 mil perguntas de internautas para os candidatos, por meio do portal e das redes sociais. Somadas as questões enviadas a outros portais, foram cerca de dez mil perguntas enviadas
Fonte: http://noticias.terra.com.br
terça-feira, 20 de julho de 2010
Eleições 2010 - Debate Rádio Guaíba
Taline Oppitz, Correio do Povo, 17 de julho de 2010: As regras do debate realizado pela Rádio Guaíba entre os candidatos que disputam o Palácio Piratini propiciaram uma boa visualização das estratégias dos partidos neste início de campanha. Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB) evitaram ataques diretos no debate, exatamente como têm agido nas manifestações públicas até aqui. Só houve uma pergunta direta entre os dois quando Fogaça não teve alternativa e, de acordo com as regras do debate, teria que dirigir uma pergunta para o petista. Usou um tema ameno, envolvendo a conservação de rodovias e a disputa com o governo federal. No restante do tempo, o peemedebista preferiu se concentrar nas propostas voltadas ao desenvolvimento do Estado. O candidato do PSol, Pedro Ruas, entretanto, seguiu trajetória oposta. Atacou tanto Tarso quanto Fogaça, afirmando que as propostas dos dois são as mesmas no Estado e no país. Yeda Crusius, da coligação Confirma Rio Grande, comunicou que não poderia comparecer ao debate.
Afago
Durante o debate na Rádio Guaíba, o candidato Tarso Genro (PT) procurou nitidamente aproximar o eleitorado pedetista da sua aliança, a Unidade Popular pelo Rio Grande. Ao se dirigir a Pedro Ruas, candidato do PSol ao Palácio Piratini, perguntando se ele convidaria o PDT para o seu governo, caso fosse eleito, recebeu a resposta que já conhecia: “De jeito nenhum”, disparou Ruas. Foi a deixa que Tarso Genro precisava para afagar os pedetistas. O candidato petista salientou que convidaria, com muito orgulho, o PDT para estar em um eventual governo, caso eleito. Ruas afirmou que “este PDT” está muito longe do partido que havia admirado no passado.
Até o momento Yeda prefere não debater seu "maravilhoso" governo. Enquanto Tarso e Fogaça "brigam carinhosamente" pelo estado protegidos pelas saias de Dilma. Seria trágico se não fosse cómico.
Afago
Durante o debate na Rádio Guaíba, o candidato Tarso Genro (PT) procurou nitidamente aproximar o eleitorado pedetista da sua aliança, a Unidade Popular pelo Rio Grande. Ao se dirigir a Pedro Ruas, candidato do PSol ao Palácio Piratini, perguntando se ele convidaria o PDT para o seu governo, caso fosse eleito, recebeu a resposta que já conhecia: “De jeito nenhum”, disparou Ruas. Foi a deixa que Tarso Genro precisava para afagar os pedetistas. O candidato petista salientou que convidaria, com muito orgulho, o PDT para estar em um eventual governo, caso eleito. Ruas afirmou que “este PDT” está muito longe do partido que havia admirado no passado.
Até o momento Yeda prefere não debater seu "maravilhoso" governo. Enquanto Tarso e Fogaça "brigam carinhosamente" pelo estado protegidos pelas saias de Dilma. Seria trágico se não fosse cómico.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Eleições 2010, um breve comentário
Para as eleições deste ano, o eleitor terá que pensar muito para poder escolher. No RS além do absurdo de ter Yeda(PSDB) concorrendo a reeleição, Dilma(PT) terá múltiplos palanques para discursar - Tarso(PT) e Fogaça(PMDB) - como se isso não fosse o bastante conta com o apoio incondicional do mensaleiro José Dirceu(PT).
O Dem, eterno parachoque do PSDB está mais sujo que pau de galinheiro com o mensalão do DF. Aí muitos dirão que a solução é recorrer a figura maternal de Marina Silva (PV). Porém além de não romper com a política econômica do governo Lula, permitiu que o Pré-candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, costura-se uma aliança com DEM, PSDB e PPS. Ao ponto de um protocolo estar sendo negociado para que não haja problemas com a participação do deputado nos palanques dos candidatos à Presidência José Serra (PSDB), atual governador de São Paulo, e Marina Silva, senadora pelo PV do Acre.
Assim fica difícil para o eleitor acreditar em bandeiras de campanha.
O Dem, eterno parachoque do PSDB está mais sujo que pau de galinheiro com o mensalão do DF. Aí muitos dirão que a solução é recorrer a figura maternal de Marina Silva (PV). Porém além de não romper com a política econômica do governo Lula, permitiu que o Pré-candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, costura-se uma aliança com DEM, PSDB e PPS. Ao ponto de um protocolo estar sendo negociado para que não haja problemas com a participação do deputado nos palanques dos candidatos à Presidência José Serra (PSDB), atual governador de São Paulo, e Marina Silva, senadora pelo PV do Acre.
Assim fica difícil para o eleitor acreditar em bandeiras de campanha.
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