Apoio de Lula a candidatos presos
A Executiva Nacional do PT vai pressionar os coordenadores da campanha do candidato ao Senado Waldez Góes (PDT), preso na última sexta-feira (10) durante a Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, no Amapá, para tirar do ar as inserções em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece pedindo votos para ele.
Nos dias que se seguiram à prisão, a fala de Lula pedindo votos ao senador continuou sendo mostrada exaustivamente na TV no Amapá. A campanha do governador Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição - outro detido na operação de sexta-feira - também continua no horário eleitoral apresentando a ligação política com a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.
Fonte: R7.com
Eleições no RS
Provocou agitação na campanha de Yeda Crusius (PSDB) uma série de cartazes que hoje amanheceu espalhada pelo Estado. Sem a assinatura do responsável pelos ataques, as peças mostram a governadora atrás de grades, acompanhada da frase “Você sabe onde Yeda e seus cúmplices deveriam estar?”
Uma lista de deputados estaduais, com suas respectivas fotos, completam a imagem com os dizeres: “Estes são os cúmplices de Yeda. Não vote neles”.
A coligação encabeçada pela governadora, por meio de nota à imprensa, informou ter apresentado denúncia à Polícia Civil e ao Ministério Público, pedindo investigação por crime eleitoral. E atribui a culpa a “candidaturas oportunistas que, não tendo nada a mostrar e a dizer, apelam para a covardia”.
Fonte: ClicRBS.com.br
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Outro escândalo no Governo Yeda
A OPERAÇÃO MERCARI
Banrisul e agências de propaganda no alvo da PF
A apreensão de R$ 3,4 milhões e a prisão do superintendente de marketing do banco estatal gaúcho e de dois dirigentes de agências publicitárias, suspeitos de superfaturamento de contratos, colocaram ontem a Polícia Federal no centro de uma polêmica, a um mês da eleição para o governo do Estado. A ação atinge uma instituição cujos cargos de confiança são ligados a partidos de dois dos principais candidatos ao Piratini.
A 30 dias das eleições, uma ação da Polícia Federal (PF) na manhã de ontem provocou constrangimento na cúpula do Banrisul, comoção no mercado publicitário e reação no meio político gaúcho. Um dirigente do banco e dois diretores de agências de propaganda foram presos em Porto Alegre por suposto envolvimento em desvios de recursos que teriam gerado prejuízo de cerca de R$ 10 milhões ao Banrisul.
A operação, denominada Mercari (comprar para vender, em latim), também sacudiu a cena eleitoral. O Banrisul é subordinado a uma candidata ao governo do Estado, a governadora Yeda Crusius, do PSDB, e, no período sob investigação o banco estava sob controle de uma pessoa indicada pelo PMDB, partido de outro candidato ao Piratini, José Fogaça. Os dois são adversários de Tarso Genro, ex-ministro da Justiça, que chefiava a PF até sete meses atrás e concorre ao Piratini, pelo PT.
A ação de ontem foi conduzida por 76 policiais federais, além de integrantes do Ministério Público Estadual e do Ministério Público de Contas. As investigações apontam que ações de marketing do Banrisul, contratadas junto a agências publicitárias, seriam superfaturadas via empresas terceirizadas. Os verdadeiros executores dos serviços receberiam quantias bem menores do que a verba desembolsada oficialmente pelo banco – e parte do dinheiro seria desviada, afirma a PF.
A investigação começou há 11 meses, quando uma testemunha-chave afirmou que dirigentes do banco receberiam propina para aceitar orçamentos publicitários superfaturados. Conforme o depoente, o serviço é aprovado com um valor, quando, na verdade, custaria muito menos.
– Um projeto que custaria em torno de R$ 350 mil foi faturado em R$ 546 mil – exemplificou a testemunha, protegida por policiais porque teria recebido ameaças.
Três prisões em flagrante
Os policiais prenderam em flagrante dois dirigentes de agências publicitárias: Armando D’Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, além do superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg. A justificativa da PF: eles guardavam, em suas casas, dinheiro sem origem identificada (o equivalente a cerca de R$ 3,4 milhões, em dólares, libras, reais e euros).
Manter dinheiro em casa não é crime, mas nenhum dos três soube (ou quis) explicar a origem de tamanha quantia não declarada. Parte do dinheiro apreendido na residência do superintendente do Banrisul estava envolvida em cintas de papel com a inscrição “Tesouraria DCS”.
Os publicitários foram presos por suspeita de lavagem de dinheiro, e o funcionário do Banrisul, por peculato (quando servidor público desvia valores em razão do cargo que exerce).
O delegado Ildo Gasparetto, superintendente regional da PF, nega que a ação tenha motivação política:
– Não é porque a eleição será dentro de um mês que a PF e outros órgãos deixarão de trabalhar.
Por que então a PF entrou no caso, se o banco é estadual? De acordo com Gasparetto, quando detectou indícios de crimes federais, como lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o Ministério Público acionou a PF.
Ainda pela manhã, a governadora e candidata Yeda Crusius (PSDB) escreveu em seu Twitter: “PF no Banrisul. Muito estranho… É estadual. Já vi esse filme antes, roteiro do velho jeito”.
Outro candidato a governador, Pedro Ruas (PSOL) foi à sede da PF, acompanhado da deputada Luciana Genro (PSOL) e gravou as explicações dadas na entrevista para usar no programa eleitoral.
Tarso Genro (PT) adotou a prudência e disse que não vai comentar o episódio. José Fogaça (PMDB) também não se pronunciou.
A operação aconteceu ao amanhecer, com policiais cumprindo 11 mandados de busca em residências de dirigentes de agências, do diretor do banco e de pessoas terceirizadas para o serviço. Um dos diretores da SLM foi despertado por um telefonema, no qual o interlocutor disse ser da PF e assegurou que não era um trote. Aconselhou que a porta da agência, no centro da Capital, fosse aberta. O empresário concordou.
No bairro Moinhos de Vento, três viaturas da PF estacionaram diante do prédio da agência de publicidade DCS. Foram apreendidas 50 caixas de documentos.
ILDO GASPARETTO
Superintendente regional da PF
“ O objetivo é que o dinheiro retorne. O Banrisul é vítima disso. É uma quadrilha que se colocou com funcionários públicos e privados, que retiraram dinheiro que deveria estar em aplicações do banco para uso particular.”
Fonte: Zero Hora, 3 de setembro de 2010
Banrisul e agências de propaganda no alvo da PF
A apreensão de R$ 3,4 milhões e a prisão do superintendente de marketing do banco estatal gaúcho e de dois dirigentes de agências publicitárias, suspeitos de superfaturamento de contratos, colocaram ontem a Polícia Federal no centro de uma polêmica, a um mês da eleição para o governo do Estado. A ação atinge uma instituição cujos cargos de confiança são ligados a partidos de dois dos principais candidatos ao Piratini.
A 30 dias das eleições, uma ação da Polícia Federal (PF) na manhã de ontem provocou constrangimento na cúpula do Banrisul, comoção no mercado publicitário e reação no meio político gaúcho. Um dirigente do banco e dois diretores de agências de propaganda foram presos em Porto Alegre por suposto envolvimento em desvios de recursos que teriam gerado prejuízo de cerca de R$ 10 milhões ao Banrisul.
A operação, denominada Mercari (comprar para vender, em latim), também sacudiu a cena eleitoral. O Banrisul é subordinado a uma candidata ao governo do Estado, a governadora Yeda Crusius, do PSDB, e, no período sob investigação o banco estava sob controle de uma pessoa indicada pelo PMDB, partido de outro candidato ao Piratini, José Fogaça. Os dois são adversários de Tarso Genro, ex-ministro da Justiça, que chefiava a PF até sete meses atrás e concorre ao Piratini, pelo PT.
A ação de ontem foi conduzida por 76 policiais federais, além de integrantes do Ministério Público Estadual e do Ministério Público de Contas. As investigações apontam que ações de marketing do Banrisul, contratadas junto a agências publicitárias, seriam superfaturadas via empresas terceirizadas. Os verdadeiros executores dos serviços receberiam quantias bem menores do que a verba desembolsada oficialmente pelo banco – e parte do dinheiro seria desviada, afirma a PF.
A investigação começou há 11 meses, quando uma testemunha-chave afirmou que dirigentes do banco receberiam propina para aceitar orçamentos publicitários superfaturados. Conforme o depoente, o serviço é aprovado com um valor, quando, na verdade, custaria muito menos.
– Um projeto que custaria em torno de R$ 350 mil foi faturado em R$ 546 mil – exemplificou a testemunha, protegida por policiais porque teria recebido ameaças.
Três prisões em flagrante
Os policiais prenderam em flagrante dois dirigentes de agências publicitárias: Armando D’Elia Neto, da DCS, e Gilson Storck, da SLM, além do superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg. A justificativa da PF: eles guardavam, em suas casas, dinheiro sem origem identificada (o equivalente a cerca de R$ 3,4 milhões, em dólares, libras, reais e euros).
Manter dinheiro em casa não é crime, mas nenhum dos três soube (ou quis) explicar a origem de tamanha quantia não declarada. Parte do dinheiro apreendido na residência do superintendente do Banrisul estava envolvida em cintas de papel com a inscrição “Tesouraria DCS”.
Os publicitários foram presos por suspeita de lavagem de dinheiro, e o funcionário do Banrisul, por peculato (quando servidor público desvia valores em razão do cargo que exerce).
O delegado Ildo Gasparetto, superintendente regional da PF, nega que a ação tenha motivação política:
– Não é porque a eleição será dentro de um mês que a PF e outros órgãos deixarão de trabalhar.
Por que então a PF entrou no caso, se o banco é estadual? De acordo com Gasparetto, quando detectou indícios de crimes federais, como lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o Ministério Público acionou a PF.
Ainda pela manhã, a governadora e candidata Yeda Crusius (PSDB) escreveu em seu Twitter: “PF no Banrisul. Muito estranho… É estadual. Já vi esse filme antes, roteiro do velho jeito”.
Outro candidato a governador, Pedro Ruas (PSOL) foi à sede da PF, acompanhado da deputada Luciana Genro (PSOL) e gravou as explicações dadas na entrevista para usar no programa eleitoral.
Tarso Genro (PT) adotou a prudência e disse que não vai comentar o episódio. José Fogaça (PMDB) também não se pronunciou.
A operação aconteceu ao amanhecer, com policiais cumprindo 11 mandados de busca em residências de dirigentes de agências, do diretor do banco e de pessoas terceirizadas para o serviço. Um dos diretores da SLM foi despertado por um telefonema, no qual o interlocutor disse ser da PF e assegurou que não era um trote. Aconselhou que a porta da agência, no centro da Capital, fosse aberta. O empresário concordou.
No bairro Moinhos de Vento, três viaturas da PF estacionaram diante do prédio da agência de publicidade DCS. Foram apreendidas 50 caixas de documentos.
ILDO GASPARETTO
Superintendente regional da PF
“ O objetivo é que o dinheiro retorne. O Banrisul é vítima disso. É uma quadrilha que se colocou com funcionários públicos e privados, que retiraram dinheiro que deveria estar em aplicações do banco para uso particular.”
Fonte: Zero Hora, 3 de setembro de 2010
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
"Quando matam um Sem Terra"
O cantador (como ele gosta de se denominar) Pedro Munhoz, artista comprometido com as lutas dos explorados e oprimidos, tem sofrido represálias da Brigada Militar gaúcha, sob o comando dos esbirros fascistas da governadora gaúcha Yeda Crusius após ter composto e declamado publicamente, em várias apresentações, um poema em homenagem ao sem-terra assassinado, Elton Brum.
"Quando matam um Sem Terra"
1.
Pedro Munhoz
"Quando matam um Sem Terra"
1.Quem contar traz à memória,
sabendo que a dor existe,
quando a morte ainda insiste,
em calar quem faz a História.
Pois quem morre não tem glória,
nem tampouco desespera,
é um valente na guerra,
tomba, em nome da vida.
Da intenção ninguém duvida,
quando matam um Sem Terra.
sabendo que a dor existe,
quando a morte ainda insiste,
em calar quem faz a História.
Pois quem morre não tem glória,
nem tampouco desespera,
é um valente na guerra,
tomba, em nome da vida.
Da intenção ninguém duvida,
quando matam um Sem Terra.
2.
Foi assim nesta jornada,
quando mataram mais um,
o companheiro ELTON BRUM,
não teve tempo pra nada.
Numa arma disparada,
o Estado é quem enterra
e uma vida se encerra,
em nome da covardia.
Toda a nossa rebeldia
quando matam um Sem Terra.
Foi assim nesta jornada,
quando mataram mais um,
o companheiro ELTON BRUM,
não teve tempo pra nada.
Numa arma disparada,
o Estado é quem enterra
e uma vida se encerra,
em nome da covardia.
Toda a nossa rebeldia
quando matam um Sem Terra.
3.
É o desatino fardado,
armado até os dentes,
até esquecem que são gente,
quando estão do outro lado.
E vestidos de soldado,
todo o sonho dilacera,
violência prolifera
tiro certeiro, fatal.
Beiram o irracional,
quando matam um Sem Terra.
armado até os dentes,
até esquecem que são gente,
quando estão do outro lado.
E vestidos de soldado,
todo o sonho dilacera,
violência prolifera
tiro certeiro, fatal.
Beiram o irracional,
quando matam um Sem Terra.
4.
Quem és tu, torturador,
que tanta dor desatas,
desanima e maltrata
o humilde plantador?
Negas a classe, traidor,
do povo tudo se gera,
te esqueces deveras,
debaixo de um capacete.
Dá a ordem o Gabinete,
quando matam um Sem Terra.
que tanta dor desatas,
desanima e maltrata
o humilde plantador?
Negas a classe, traidor,
do povo tudo se gera,
te esqueces deveras,
debaixo de um capacete.
Dá a ordem o Gabinete,
quando matam um Sem Terra.
5.
Em algum lugar da pampa,
ELTON deve de estar,
tranquilo no caminhar,
jeito humilde na estampa.
E algum céu se descampa,
coragem se retempera,
outras batalhas se espera,
dois projetos em disputa.
Não se desiste da luta,
quando matam um Sem Terra.
ELTON deve de estar,
tranquilo no caminhar,
jeito humilde na estampa.
E algum céu se descampa,
coragem se retempera,
outras batalhas se espera,
dois projetos em disputa.
Não se desiste da luta,
quando matam um Sem Terra.
Pedro Munhoz
Barra do Ribeiro/RS
27.08.09
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Yeda
sábado, 19 de setembro de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Covardia

Infelizmente o Rio Grande do Sul presencia um ato de extrema covardia. Um integrante do MST foi assassinado pela Brigada Militar.
Além de matar o agricultor Elton Brum, 44 anos, pai de dois filhos, durante a desocupação da Fazenda Southall em São Gabriel, a ação deixou também dezenas de feridos, incluindo mulheres e crianças.
Tal ato já seria uma extrema covardia, mas as informações sobre a desocupação apontam que a situação estava controlada e sem resistência quando ocorreu as agressões. Mas como as imagens não mentem, as fotos divulgadas do corpo comprovam que Elton foi sim covardemente atingido pelas costas. Concordo com o MST em responsabilizar o Coronel Lauro Binsfield, comandante da Brigada Militar, e a Governadora Yeda Crusius; pois a muito tempo o atual governo utiliza uma politica de criminalização, usando muita truculência contra os movimentos sociais.
Encerro esta postagem com a frase do final da nota que o MST divulgou: "Por nossos mortos, nem um minuto de silêncio. Toda uma vida de luta!"
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MST,
Yeda
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Impeachment Já!


O Rio Grande do Sul está vivendo uma crise política como nunca se viu antes. A atual governadora vive sob um mar de corrupção e autoritárismo. No dia 16/07 durante um ato em frente a mansão (comprada com dinheiro de caixa dois) de Yeda, a Excelentissima discutiu com os manifestantes e ofendeu os professores da rede pública estadual. Claro que uma governadora que fecha escolas, manda crianças estudarem em containers só para ter mais dinheiro para pagar as dividas do estado, possui um enorme respaldo para falar sobre educação.
No ato em questão sete pessoas foram detidas pela PM, entre elas a presidente e vice-presidente do sindicato dos professores e a minha amiga, atual vereadora de Porto Alegre pelo PSoL, Fernanda Melchionna.
O mais estranho e que a polícia não deu nenhuma justificativa do motivo pelo qual prenderam os manifestantes. Isso ao meu ver, demonstra que o governo Yeda está perto do seu fim. Todavia é nacessário que o pedido de impeachment protocolado na assembleia, seja assinado por 19 deputados. Até agora apenas 17 deputados assinaram, porém o PDT está em cima do muro e seus deputados negam-se a assinar. Que coisa feia PDT. O que diria Brizola sobre isso?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
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