SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e a vice, Alda Marco Antonio (PMDB), tiveram o mandato cassado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral, Aloísio Sérgio Resende Silveira, por recebimento de doações consideradas ilegais na campanha de 2008(parecido com o que ocorreu com Yeda-PSDB/RS). A decisão, em primeira instância, torna Kassab o primeiro prefeito da capital cassado no exercício do mandato desde a redemocratização, em 1985. Como o recurso tem efeito suspensivo imediato, os dois podem recorrer da sentença sem ter de deixar os cargos. Entre as doadoras consideradas ilegais estão a Associação Imobiliária Brasileira (AIB) e empreiteiras acionistas de concessionárias de serviços públicos, como Camargo Corrêa e OAS. Ao todo, a coligação de Kassab e Alda gastou R$ 29,76 milhões na campanha, dos quais R$ 10 milhões são considerados irregulares pela Justiça. A sentença será publicada no Diário Oficial de terça-feira, quando passa a contar o prazo de três dias para o recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Silveira disse neste sábado, 20, ao Jornal da Tarde que já julgou os processos de Kassab, nove vereadores e dos candidatos derrotados na eleição à Prefeitura em 2008, Marta Suplicy (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), todos alvos de representação do Ministério Público Eleitoral (MPE), mas que não poderia informar quais dos réus foram cassados antes da publicação, na terça. Falta julgar o presidente da Câmara Municipal, Antonio Carlos Rodrigues (PR), e duas empresas acusadas de repasse ilegal.
O juiz afirmou, contudo, que manteve nas suas decisões o mesmo entendimento que levou à cassação de 16 vereadores no fim do ano passado. No caso, todos os políticos que receberam acima de 20% do total arrecadado pela campanha de fonte considerada vedada foram cassados. "Se passou de 20%, independentemente do nome, tenho aplicado a pena por coerência e usado esse piso como caracterizador do abuso de poder econômico na eleição, um círculo vicioso que dita a campanha e altera a vontade do eleitor", afirmou Silveira.
Além de cassar o diploma do prefeito e da vice, a sentença os torna inelegíveis por três anos. Dos 13 vereadores que aguardavam a decisão da Justiça Eleitoral, dez ultrapassavam o limite em doações consideradas ilegais. São eles: o líder do governo, José Police Neto (PSDB), Marco Aurélio Cunha (DEM), Gilberto Natalini (PSDB) e Edir Sales (DEM), da base governista, Antonio Donato(PT), Arselino Tatto(PT), Ítalo Cardoso(PT), José Américo(PT) e Juliana Cardoso(PT), além de Rodrigues (PR).
Nas decisões, Silveira considerou como fonte vedada de doação eleitoral empreiteiras que integram concessionárias de serviços públicos e a AIB. A entidade é acusada pelo Ministério Público Estadual (MPE) de servir de fachada do Sindicato da Habitação (Secovi). Por lei, sindicatos não podem fazer doações a candidatos, comitês e partidos. Só da AIB a campanha de Kassab recebeu R$ 2,7 milhões. A entidade e o Secovi negam haver irregularidades.
O inciso 3º do artigo 24 da Lei das Eleições (Lei 9.504/97) proíbe "concessionário ou permissionário" de fazer doações de qualquer espécie a candidatos ou partidos políticos. E embora a última manifestação do TSE, em 2006, tenha considerado legais doações de empresas com participação em concessionárias, votos proferidos no passado pelos ministros Cezar Peluso, Carlos Ayres Brito e Ellen Gracie repudiaram a prática.
Fonte: estadao.com.br
Outro caso de corrupção na política brasileira, ficando cada vez mais conhecidas palvras como mensalão e caixa dois. Mas a coisa boa desses casos aparecerem agora, é que o eleitor se lembrará deles na hora de votar. A não ser que...
...todos se unam pra tornar suas mentiras mais convincentes.
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Bandeira, Shakespeare e Arruda
Com o recente caso do mensalão do Democratas, como é de costume muitas coisas criativas foram elaboradas. Porém as que me chamaram mais a atenção foi esta poesia que parodia uma das obras mais conhecidas de Manuel Bandeira(Vou me embora pra pasárgada) e está charge parodiando Hamelet.
Vou-me embora pra Brasília
Vou-me embora pra Brasília
Lá sou amigo do Arruda
Lá tenho a muamba que eu quero
Na meia na pasta na sunga
Vou-me embora pra Brasília
Vou-me embora pra Brasília
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que a Justiça cega surda fanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser conivente
Da esbórnia que nunca tive
Edival Lourenço (publicado em 17/12/09 às 10:49 a.m.)
Fonte:Web stuff
Vou-me embora pra Brasília
Vou-me embora pra Brasília
Lá sou amigo do Arruda
Lá tenho a muamba que eu quero
Na meia na pasta na sunga
Vou-me embora pra Brasília
Vou-me embora pra Brasília
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que a Justiça cega surda fanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser conivente
Da esbórnia que nunca tive
Edival Lourenço (publicado em 17/12/09 às 10:49 a.m.)
Fonte:Web stuff
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Fora Arruda
Depois de fazer uma intensa campanha contra a nefasta governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crussius(PSDB), este blog de maneira nenhuma se furtaria na luta contra Arruda(ex-DEM) e sua máfia. Confesso que demorei muito para postar algo em relação a isso, mas acho que esse é o momento mais propicio. Desta vez, ao contrário de Yeda, temos provas evidentes do envolvimento de Arruda com toda crise. Como se as provas não fossem o bastante, o governo Arruda não titubeou em usar sua policia contra manifestantes e tentar comprar falsos depoimentos para se inocentar. Em ano de eleições, onde uma grande parcela da população discute política é extremamente importante desmascar os politicos tradicionais(ladrões que esperam ficar a vida toda impunes).
Depois de sofrer uma derrota com a permanência de Yeda, acredito que desta vez conseguiremos diminuir, um pouco, a podidão da politica brasileira. Desta forma afirmo; que todos aqueles que defendem um país justo e igualitário, juntem-se e fortaleza a campanha fora Arruda.
Depois de sofrer uma derrota com a permanência de Yeda, acredito que desta vez conseguiremos diminuir, um pouco, a podidão da politica brasileira. Desta forma afirmo; que todos aqueles que defendem um país justo e igualitário, juntem-se e fortaleza a campanha fora Arruda.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Balanço e perspectivas
Outro ano começa e passado o periodo de festas é hora de voltar (aos poucos) a vida normal. Ano passado infelizmente assim como os anteriores houve inúmeros casos de corrupção na política. Dentre os quais destacam-se o da governadora do RS Yeda e do governador de Brasília Arruda. Embora em ambos os casos a população num todo tenha se indignado, apenas uma pequena parcela se mobilizou. O que entre outras coisas serviu para deixar impune os culpados.
Porém 2009 teve coisas "positivas" como a conquista da sede da copa de 2014 e dos jogos Olímpicos de 2016. Parece que as obras superfaturadas e atualmente abandonadas do Pan Americano, não serviram de exemplo e vamos cometer outro erro.
Quando parecia que o pior já havia passado, surge a Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas nome bonito e pomposo, todavia na prática assim como o Protocolo de Quioto não passou de boa intenção( se é que existiu) e propaganda.
Mas este é um ano de eleições (momento em que todos discutem política), dessa forma acredito que a população saberá por o peso certo para cada medida. Por isso tenho certeza que a população gaúcha não re-elegerá Yeda (que se declarou pré-candidata ao Piratini) nem tampouco o deputados dacorja base aliada que a inocentaram. Encerro esse balanço acreditando, que o 2010 será melhor que o já finado 2009.
Porém 2009 teve coisas "positivas" como a conquista da sede da copa de 2014 e dos jogos Olímpicos de 2016. Parece que as obras superfaturadas e atualmente abandonadas do Pan Americano, não serviram de exemplo e vamos cometer outro erro.
Quando parecia que o pior já havia passado, surge a Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas nome bonito e pomposo, todavia na prática assim como o Protocolo de Quioto não passou de boa intenção( se é que existiu) e propaganda.
Mas este é um ano de eleições (momento em que todos discutem política), dessa forma acredito que a população saberá por o peso certo para cada medida. Por isso tenho certeza que a população gaúcha não re-elegerá Yeda (que se declarou pré-candidata ao Piratini) nem tampouco o deputados da
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