Após a saída do Japão da disputa da Copa América deste ano, que será realizada na Argentina, a Conmebol afirmou que a Costa Rica poderia substituir os asiáticos, que entrariam como convidados na competição e que desistiram por conta do terremoto e do tsunami do último dia 11 de março. Entretanto, mesmo descartada pela entidade sul-americana, a Espanha revelou, nesta terça-feira, seu desejo de disputar o torneio.
"A opção mais firme é Costa Rica. Nunca pensamos em Espanha, Estados Unidos ou Austrália", explicou o secretário geral da Conmebol, o argentino Eduardo Deluca em entrevista à agência Telam, nesta última segunda-feira.
Entretanto, nesta terça, o presidente da Real Federação Espanhola de Futebol, Ángel Maria Villar, afirmou que gostaria de ver as cores da Fúria nos gramados sul-americanos entre os dias 1º e 24 de julho, quando será disputada a Copa América.
De acordo com Villar, contrariando o descarte anunciado por Deluca, uma proposta foi mandada à Espanha pelo presidente da Associação de Futebol Argentina, Julio Grondona.
"Nos propuseram muitas vezes já e é algo que o futebol espanhol deve à América do Sul, pelos grandes jogadores que já vieram jogar aqui. Sou defensor da seleção espanhola na competição. É algo que devemos pensar com carinho. Considero uma honra e vou levar a proposta aos outros diretores da federação", explicou.
Fonte: Yahooesportes
Era só o que faltava, depois de tirar nossos jogadores ainda crianças os europeus querem acabar com o momento de maior visibilidade do futebol Sul - Americano. Só queria ver se fosse ao contrário.
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Globo perde privilégio em licitação do Brasileirão
O Clube dos 13 deu resposta ao movimento de alguns clubes de futebol de romper com a entidade e negociar direto com a TV Globo os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. Após uma reunião com a direção do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em Brasília, o presidente Fábio Koff anunciou a retirada da cláusula que dava à emissora uma vantagem de 10% na licitação que será realizada no dia 11 de março. "O Cade manifestou que nós deveríamos excluir a cláusula. É igualdade total na concorrência", disse Koff.
Em entrevista coletiva após a declaração de Koff, a direção do Cade informou que, em algum momento, faria essa recomendação, mas que isso ocorreu agora após o órgão ser procurado pelo Clube dos 13 na semana passada para discutir o assunto. O Cade havia sido o responsável por regulamentar, junto ao Clube dos 13, a concorrência marcada para este mês.
O procurador-geral do Cade, Gilvandro Araújo, anunciou ainda que, por enquanto, o órgão não vai se envolver na crise entre os clubes e o Clube dos 13. "O Cade não vai tutelar o futebol", disse. Araújo afirmou que cabe ao Cade apenas acompanhar o cumprimento do acordo feito em relação à licitação do próximo dia 11. A TV Globo, aliás, manifestou que não pretende participar dessa concorrência.
Segundo ele, o Cade só poderá se manifestar se, futuramente, houver uma representação contestando uma suposta negociação direta entre clubes e uma determinada emissora de televisão que poderia ferir o direito à concorrência livre. O presidente do Cade, Fernando Furlan, informou ainda que não há cláusula que impeça um clube de procurar uma emissora sem a intermediação do Clube dos 13. Ele disse que o órgão do governo poderá abrir uma investigação quando receber oficialmente uma notícia sobre o episódio. "Vamos esperar que haja uma representação", disse.
Já Fábio Koff negou que a retirada da cláusula favorável à TV Globo seja uma retaliação a um possível apoio da emissora à debandada dos clubes do Clube dos 13. "O Clube dos 13 agiu até agora por delegação. Assim, agora não tenho conhecimento de clube nenhum que tenha negociado separado.", disse. Ele minimizou a postura do Cade de não se envolver na atual crise entre os clubes e a entidade. "Saio com a sensação de que estou cumprindo tudo o que foi determinado. O problema do Cade interferir ou não é de menor importância", disse.
Fonte:Yahooesportes
Em entrevista coletiva após a declaração de Koff, a direção do Cade informou que, em algum momento, faria essa recomendação, mas que isso ocorreu agora após o órgão ser procurado pelo Clube dos 13 na semana passada para discutir o assunto. O Cade havia sido o responsável por regulamentar, junto ao Clube dos 13, a concorrência marcada para este mês.
O procurador-geral do Cade, Gilvandro Araújo, anunciou ainda que, por enquanto, o órgão não vai se envolver na crise entre os clubes e o Clube dos 13. "O Cade não vai tutelar o futebol", disse. Araújo afirmou que cabe ao Cade apenas acompanhar o cumprimento do acordo feito em relação à licitação do próximo dia 11. A TV Globo, aliás, manifestou que não pretende participar dessa concorrência.
Segundo ele, o Cade só poderá se manifestar se, futuramente, houver uma representação contestando uma suposta negociação direta entre clubes e uma determinada emissora de televisão que poderia ferir o direito à concorrência livre. O presidente do Cade, Fernando Furlan, informou ainda que não há cláusula que impeça um clube de procurar uma emissora sem a intermediação do Clube dos 13. Ele disse que o órgão do governo poderá abrir uma investigação quando receber oficialmente uma notícia sobre o episódio. "Vamos esperar que haja uma representação", disse.
Já Fábio Koff negou que a retirada da cláusula favorável à TV Globo seja uma retaliação a um possível apoio da emissora à debandada dos clubes do Clube dos 13. "O Clube dos 13 agiu até agora por delegação. Assim, agora não tenho conhecimento de clube nenhum que tenha negociado separado.", disse. Ele minimizou a postura do Cade de não se envolver na atual crise entre os clubes e a entidade. "Saio com a sensação de que estou cumprindo tudo o que foi determinado. O problema do Cade interferir ou não é de menor importância", disse.
Fonte:Yahooesportes
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O Império Contra ataca
Com o rompimento oficial de seis clubes com o Clube dos 13 (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco), a licitação da TV aberta para transmissão do Campeonato Brasileiro no triênio 2012-14 pode acabar. Record e Rede TV! já fizeram suas propostas à entidade com envelopes fechados, sem os concorrentes saberem as propostas dos outros.
Segundo o Diário Lance!, a Globo sinalizou que não vai participar da concorrência por não concordar com o formato de licitação, preferindo um leilão para minimizar o risco de pagar absurdamente pelo evento ou de perdê-lo por pouco. No entanto, se os principais times saírem do Clube dos 13, a Globo pode negociar separadamente e inclusive fazer exigências para os clubes, como, por exemplo, a volta do formato mata-mata.
A fórmula de pontos corridos é usada desde 2003, mas para a Globo sem dúvida o formato antigo é mais lucrativo. Segundo o Lance!, na época do mata-mata, a emissora chegava a alcançar 40 pontos nas finais, enquanto que com os pontos corridos a média não ultrapassa 26.
O que os clubes querem?
A principal reclamação do Corinthians, primeiro 'rebelde', é que o clube poderia ganhar mais dinheiro negociando separadamente, sem o C13 como intermediário. Porém, a revolta aconteceu justamente em um momento em que a entidade sinalizava mudanças com o novo diretor-executivo, Ataíde Gil Guerreiro.
Durante mais de uma década, era o diretor da Globo Esporte, Marcelo Campos Pinto, que sinalizava quanto a Globo poderia pagar. Sem concorrência, o Clube dos 13 aceitava quase sem reclamar.
Fonte:Yahooesportes.com
Segundo o Diário Lance!, a Globo sinalizou que não vai participar da concorrência por não concordar com o formato de licitação, preferindo um leilão para minimizar o risco de pagar absurdamente pelo evento ou de perdê-lo por pouco. No entanto, se os principais times saírem do Clube dos 13, a Globo pode negociar separadamente e inclusive fazer exigências para os clubes, como, por exemplo, a volta do formato mata-mata.
A fórmula de pontos corridos é usada desde 2003, mas para a Globo sem dúvida o formato antigo é mais lucrativo. Segundo o Lance!, na época do mata-mata, a emissora chegava a alcançar 40 pontos nas finais, enquanto que com os pontos corridos a média não ultrapassa 26.
O que os clubes querem?
A principal reclamação do Corinthians, primeiro 'rebelde', é que o clube poderia ganhar mais dinheiro negociando separadamente, sem o C13 como intermediário. Porém, a revolta aconteceu justamente em um momento em que a entidade sinalizava mudanças com o novo diretor-executivo, Ataíde Gil Guerreiro.
Durante mais de uma década, era o diretor da Globo Esporte, Marcelo Campos Pinto, que sinalizava quanto a Globo poderia pagar. Sem concorrência, o Clube dos 13 aceitava quase sem reclamar.
Fonte:Yahooesportes.com
Renato admite má atuação do Grêmio e critica juiz
Fazia tempo que o Grêmio não conhecia o gosto da derrota. Desde agosto de 2010, na partida contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, o Tricolor gaúcho não perdia. Pois na madrugada desta sexta-feira, tomou uma virada do Junior Barranquilla e deixou escapar a liderança do grupo 2 da Libertadores.
O técnico Renato Gaúcho admitiu a má atuação gremista na partida fora de casa, principalmente na primeira etapa. Segundo o treinador, faltou uma melhor atuação de seus meias e centroavantes para que estes segurassem a bola e dessem um refresco para seus zagueiros.
- Apesar de sairmos na frente, de fazer o primeiro gol, fomos envolvidos pelo adversário no primeiro tempo. Não prendemos a bola na frente, faltou isso, e eles foram muito melhor que nós. No segundo, fomos bem melhores, nos impusemos e dominamos a partida.
Renato também ressaltou o pênalti não marcado pelo árbitro Marco Rodriguez sobre Borges. Em arrancada, teve sua camiseta puxada claramente, mas nada foi marcado.
- Tivemos o pênalti legitimo. Pelo que eu vi na partida, um tempo dominado por eles e outro por nós, não gosto de falo de arbitragem, agora um absurdo ele não ter visto aquele pênalti - reclamou Renato.
Além do comandante, o vice de futebol Antônio Vicente Martins também reclamou bastante da arbitragem. Para o diretor, o erro não foi justificante para a derrota. Mas quer colocar uma "pulga atrás da orelha" para quem cuida desse departamento.
- Temos a lamentar a arbitragem muito fraca, o pênalti foi na nossa frente. Não temos que justificar a derrota, até porque não fomos bem, mas temos que colocar um pulga atrás da orelha - disse Martins.
No domingo, o Grêmio volta a campo, dessa vez pelo Gauchão. Pela semifinal da Taça Piranti, recebe o Cruzeiro no Estádio Olímpico. Pela Libertadores, volta a atuar dia 03 de março, no Estádio Olímpico, contra o León de Huánuco.
Fonte: Yahooesportes.com
O técnico Renato Gaúcho admitiu a má atuação gremista na partida fora de casa, principalmente na primeira etapa. Segundo o treinador, faltou uma melhor atuação de seus meias e centroavantes para que estes segurassem a bola e dessem um refresco para seus zagueiros.
- Apesar de sairmos na frente, de fazer o primeiro gol, fomos envolvidos pelo adversário no primeiro tempo. Não prendemos a bola na frente, faltou isso, e eles foram muito melhor que nós. No segundo, fomos bem melhores, nos impusemos e dominamos a partida.
Renato também ressaltou o pênalti não marcado pelo árbitro Marco Rodriguez sobre Borges. Em arrancada, teve sua camiseta puxada claramente, mas nada foi marcado.
- Tivemos o pênalti legitimo. Pelo que eu vi na partida, um tempo dominado por eles e outro por nós, não gosto de falo de arbitragem, agora um absurdo ele não ter visto aquele pênalti - reclamou Renato.
Além do comandante, o vice de futebol Antônio Vicente Martins também reclamou bastante da arbitragem. Para o diretor, o erro não foi justificante para a derrota. Mas quer colocar uma "pulga atrás da orelha" para quem cuida desse departamento.
- Temos a lamentar a arbitragem muito fraca, o pênalti foi na nossa frente. Não temos que justificar a derrota, até porque não fomos bem, mas temos que colocar um pulga atrás da orelha - disse Martins.
No domingo, o Grêmio volta a campo, dessa vez pelo Gauchão. Pela semifinal da Taça Piranti, recebe o Cruzeiro no Estádio Olímpico. Pela Libertadores, volta a atuar dia 03 de março, no Estádio Olímpico, contra o León de Huánuco.
Fonte: Yahooesportes.com
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Um Torcedor
Após divagar por um tempo demasiadamente grande, cheguei a algumas conclusões e lembranças a muito esquecidas.
Para começar a conversa o texto é necessário primeiro contar alguns fatos que antecederam as minhas escolhas.
Nasci na minúscula pequena cidade de Gravataí, interior do Rio Grande do Sul, mas me mudei ainda pequeno para Pelotas. Esses fatos postos soltos sem contexto nada dizem, porém é notório que o RS possui uma das maiores rivalidades futebolísticas do Brasil, ou seja, no Rio Grande é Grêmio ou Inter neutralidade não existe. Dessa forma fui compelido a escolher um dos lados para torcer.
Além dessa disputa estadual, a cidade de Pelotas não fica muito atrás com a dicotomia Brasil-Pel X Pelotas. Rivalidade que para muitos supera a da dupla Gre-Nal
Como fui criado apenas pela minha mãe, que detesta futebol, meus tios se encarregaram de me apresentar a paixão nacional e tentar me convencer a torcer pelos times deles.
Porém mesmo já tendo visto outras partidas de futebol, inclusive dentro de estádios, a primeira partida que me emocionou e despertou meu interesse pelo esporte foi a final da copa de 1994. Pode ter sido um jogo chato, com um futebol “meia boca” como muitos entendidos dizem, mas ninguém nega que foi emocionante.
Após aquele jogo que nos garantiu o tetra campeonato mundial, fiquei fanático pelo esporte bretão, assistia o máximo de jogos possíveis. O que na década de noventa significava o mesmo que assistir quase que integralmente a “Band: o canal do esporte” (para os jovens que não viveram essa época: a Band era como a Sportv de hoje, mas na T.V. aberta e com filmes da Emmanuelle eróticos nas madrugadas de sábado).
Entre os inúmeros jogos que me marcaram os mais significativos foram: os embates entre Grêmio e Palmeiras durante toda aquela década, a libertadores de 95, o mundial de 95 e o Brasileiro de 96. Esses acontecimentos contribuíram para o gremista que sou hoje.
Quando os meus tios, colorados fanáticos, começaram a perceber que o sobrinho deles era um gremista, tentaram me convencer a mudar de todas as formas possíveis. Todo aniversário, natal, dia das crianças o presente sempre era camisa, ou calção, ou copo, ou caderno, ou meia, enfim todo tipo de badulaque com o símbolo do Inter. Dentre todas essas coisas duas marcaram esse período: um ovo de páscoa gigantesco do Inter junto com um “bombonzinho” do Grêmio e o outro foram dois times completos de botão um do Inter (botões caros e oficiais) acompanhados com um do Grêmio (botões tão bagaceiros que após um mês já tinham se quebrado quase todos). Com o tempo eles desistiram de me convencer a me tirar do lado tricolor da força.
Mesmo com essa tortura durante a minha infância, agradeço-os por me levarem a um estádio de futebol pela primeira vez (um Bra-Pel disputado no bento Freitas com vitória do Xavante), as histórias das excursões acompanhando o Brasil-Pel (durante o brasileiro de 1985, que o xavante ficou em terceiro derrotando o Flamengo de Zico no Bento Freitas). Essas histórias e as idas ao estádio moldaram-me o Xavante que sou.
Para falar a verdade não me lembro do dia exato em que deixei de simplesmente assistir uma partida e passei a ser um torcedor.
domingo, 16 de janeiro de 2011
A volta
Aos velhos e novos seguidores peço desculpas pelos meses dias sem postar nada. Mas afirmo que a espera valerá a pena, pois desde dezembro estou pensando em coisas novas para melhorar o blog. Espero que gostem.
E para marcar este momento com chave de ouro, escolhi uma música emocionante que tem tudo haver com o momento.
E para marcar este momento com chave de ouro, escolhi uma música emocionante que tem tudo haver com o momento.
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