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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Lembrando Grandes Momentos





Renato admite má atuação do Grêmio e critica juiz

Fazia tempo que o Grêmio não conhecia o gosto da derrota. Desde agosto de 2010, na partida contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, o Tricolor gaúcho não perdia. Pois na madrugada desta sexta-feira, tomou uma virada do Junior Barranquilla e deixou escapar a liderança do grupo 2 da Libertadores.
O técnico Renato Gaúcho admitiu a má atuação gremista na partida fora de casa, principalmente na primeira etapa. Segundo o treinador, faltou uma melhor atuação de seus meias e centroavantes para que estes segurassem a bola e dessem um refresco para seus zagueiros.
- Apesar de sairmos na frente, de fazer o primeiro gol, fomos envolvidos pelo adversário no primeiro tempo. Não prendemos a bola na frente, faltou isso, e eles foram muito melhor que nós. No segundo, fomos bem melhores, nos impusemos e dominamos a partida.
Renato também ressaltou o pênalti não marcado pelo árbitro Marco Rodriguez sobre Borges. Em arrancada, teve sua camiseta puxada claramente, mas nada foi marcado.
- Tivemos o pênalti legitimo. Pelo que eu vi na partida, um tempo dominado por eles e outro por nós, não gosto de falo de arbitragem, agora um absurdo ele não ter visto aquele pênalti - reclamou Renato.
Além do comandante, o vice de futebol Antônio Vicente Martins também reclamou bastante da arbitragem. Para o diretor, o erro não foi justificante para a derrota. Mas quer colocar uma "pulga atrás da orelha" para quem cuida desse departamento.
- Temos a lamentar a arbitragem muito fraca, o pênalti foi na nossa frente. Não temos que justificar a derrota, até porque não fomos bem, mas temos que colocar um pulga atrás da orelha - disse Martins.
No domingo, o Grêmio volta a campo, dessa vez pelo Gauchão. Pela semifinal da Taça Piranti, recebe o Cruzeiro no Estádio Olímpico. Pela Libertadores, volta a atuar dia 03 de março, no Estádio Olímpico, contra o León de Huánuco.
Fonte: Yahooesportes.com

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Um Torcedor

Durante uma tarde sem nada mais importante a fazer, decidi pensar porque gosto de futebol e quais as razões que me levaram a torcer pelos times que torço.
Após divagar por um tempo demasiadamente grande, cheguei a algumas conclusões e lembranças a muito esquecidas.
Para começar a conversa o texto é necessário primeiro contar alguns fatos que antecederam as minhas escolhas.
Nasci na minúscula pequena cidade de Gravataí, interior do Rio Grande do Sul, mas me mudei ainda pequeno para Pelotas. Esses fatos postos soltos sem contexto nada dizem, porém é notório que o RS possui uma das maiores rivalidades futebolísticas do Brasil, ou seja, no Rio Grande é Grêmio ou Inter neutralidade não existe. Dessa forma fui compelido a escolher um dos lados para torcer.
Além dessa disputa estadual, a cidade de Pelotas não fica muito atrás com a dicotomia Brasil-Pel X Pelotas. Rivalidade que para muitos supera a da dupla Gre-Nal  
Como fui criado apenas pela minha mãe, que detesta futebol, meus tios se encarregaram de me apresentar a paixão nacional e tentar me convencer a torcer pelos times deles.
Porém mesmo já tendo visto outras partidas de futebol, inclusive dentro de estádios, a primeira partida que me emocionou e despertou meu interesse pelo esporte foi a final da copa de 1994. Pode ter sido um jogo chato, com um futebol “meia boca” como muitos entendidos dizem, mas ninguém nega que foi emocionante.
Após aquele jogo que nos garantiu o tetra campeonato mundial, fiquei fanático pelo esporte bretão, assistia o máximo de jogos possíveis. O que na década de noventa significava o mesmo que assistir quase que integralmente a “Band: o canal do esporte” (para os jovens que não viveram essa época: a Band era como a Sportv de hoje, mas na T.V. aberta e com filmes da Emmanuelle eróticos nas madrugadas de sábado).  
Entre os inúmeros jogos que me marcaram os mais significativos foram: os embates entre Grêmio e Palmeiras durante toda aquela década, a libertadores de 95, o mundial de 95 e o Brasileiro de 96. Esses acontecimentos contribuíram para o gremista que sou hoje.
 Quando os meus tios, colorados fanáticos, começaram a perceber que o sobrinho deles era um gremista, tentaram me convencer a mudar de todas as formas possíveis. Todo aniversário, natal, dia das crianças o presente sempre era camisa, ou calção, ou copo, ou caderno, ou meia, enfim todo tipo de badulaque com o símbolo do Inter. Dentre todas essas coisas duas marcaram esse período: um ovo de páscoa gigantesco do Inter junto com um “bombonzinho” do Grêmio e o outro foram dois times completos de botão um do Inter (botões caros e oficiais) acompanhados com um do Grêmio (botões tão bagaceiros que após um mês já tinham se quebrado quase todos). Com o tempo eles desistiram de me convencer a me tirar do lado tricolor da força.
Mesmo com essa tortura durante a minha infância, agradeço-os por me levarem a um estádio de futebol pela primeira vez (um Bra-Pel disputado no bento Freitas com vitória do Xavante), as histórias das excursões acompanhando o Brasil-Pel (durante o brasileiro de 1985, que o xavante ficou em terceiro derrotando o Flamengo de Zico no Bento Freitas). Essas histórias e as idas ao estádio moldaram-me o Xavante que sou.
Para falar a verdade não me lembro do dia exato em que deixei de simplesmente assistir uma partida e passei a ser um torcedor.                 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Só há lugar para um Grêmio no Brasileirão

Quatro vitórias consecutivas, melhor campanha do segundo turno e artilheiro isolado. Essas são as credenciais que o Grêmio apresenta aos torcedores para seguir sonhando com a classificação à Taça Libertadores. No início da noite desta quarta-feira o tricolor gaúcho vitimou o Prudente, com fácil vitória por 4 a 0, no Estádio Olímpico, pela 28ª rodada do Brasileirão.
Jonas - três vezes - e André Lima fizeram os gols do Grêmio, oitavo colocado com 42 pontos. O Prudente continua proprietário da lanterna, com a metade - apenas 21.
Para o treinador gremista, o motivo é simples: o Grêmio joga como time grande. Ele falou após a goleada de 4 a 0 sobre o Prudente, na noite desta quarta-feira, no Olímpico: - O Grêmio não se intimida com o adversário.
Renato fez questão de ressaltar que o Tricolor respeitou o Prudente e teve como estratégia ir para cima no início.
- Até falei aquela historinha para eles na preleção. Tinha gente falando lá fora que o jogo era 'bater em bêbado'. E falei que tínhamos de jogar, de respeitar, porque era Copa do Mundo para eles. O time se comportou bem, marcando em cima para fazer o gol rápido e conseguir mais espaços.
Sobre o G-3 - o Grêmio ainda está distante, mas não perde a esperança de chegar ao grupo que classifica à Libertadores. E Renato foi breve:
- O caminho ainda é distante, mas parece mais próximo daquilo que a gente pensava.
Fonte: globoesporte.globo.com

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Meninos? No Olímpico, o Grêmio é quem manda!!!

Grêmio e Santos protagonizaram nesta quarta-feira um dos jogos mais emocionantes do futebol brasileiro na temporada. Sete gols, emoção de sobra e muita luta. O Tricolor gaúcho larga em vantagem na primeira parte da semifinal da Copa do Brasil. Depois de uma etapa inicial trágica, quando sofreu dois gols e viu o Olímpico praticamente ruir, o time de Silas se recuperou nos 45 minutos restantes, virou o jogo e fez 4 a 3. Borges, três vezes, e Jonas deixam a equipe azul mais perto da decisão.Com dois de André e um de Robinho – este quando o jogo estava 4 a 2.
Na quarta-feira que vem, na Vila Belmiro, o Grêmio joga por qualquer empate. o Santos precisa de uma vitória simples (1 a 0) ou por um gol de diferença (até 3 a 2). A repetição do placar de Porto Alegre leva aos pênaltis. A partir de 5 a 4 dá Grêmio.
Fonte: globoesporte.globo.com
Tenho a mais absoluta certeza de que o Grêmio consegue vencer os moleques do Santos, diante de uma Vila Belmiro lotata. Sou mil vezes o futebol efetivo com raça do que o rebolativo, que só serve para dar manchete aos meios de comunicação.