quinta-feira, 13 de maio de 2010

Meninos? No Olímpico, o Grêmio é quem manda!!!

Grêmio e Santos protagonizaram nesta quarta-feira um dos jogos mais emocionantes do futebol brasileiro na temporada. Sete gols, emoção de sobra e muita luta. O Tricolor gaúcho larga em vantagem na primeira parte da semifinal da Copa do Brasil. Depois de uma etapa inicial trágica, quando sofreu dois gols e viu o Olímpico praticamente ruir, o time de Silas se recuperou nos 45 minutos restantes, virou o jogo e fez 4 a 3. Borges, três vezes, e Jonas deixam a equipe azul mais perto da decisão.Com dois de André e um de Robinho – este quando o jogo estava 4 a 2.
Na quarta-feira que vem, na Vila Belmiro, o Grêmio joga por qualquer empate. o Santos precisa de uma vitória simples (1 a 0) ou por um gol de diferença (até 3 a 2). A repetição do placar de Porto Alegre leva aos pênaltis. A partir de 5 a 4 dá Grêmio.
Fonte: globoesporte.globo.com
Tenho a mais absoluta certeza de que o Grêmio consegue vencer os moleques do Santos, diante de uma Vila Belmiro lotata. Sou mil vezes o futebol efetivo com raça do que o rebolativo, que só serve para dar manchete aos meios de comunicação.

domingo, 9 de maio de 2010

Dez verdades sobre a vida!

1) Quando um não quer, dois não brigam, mas um apanha;  
2) Quem cedo madruga passa o dia com sono;
3) Existem 68 posições para fazer amor: na 69 se limpam os instrumentos; 
4) Bunda é que nem futebol: dois tempos, separados por um intervalo para os melhores momentos;
5) Amigo é igual parafuso, a gente só sabe que é bom na hora do aperto; 
6) O café excessivamente quente, em copo plástico, reduz em dois terços a potência sexual do homem: Primeiro queima os dedos; depois a língua...
7) Os problemas da vida são como um tarado bem dotado: é melhor enfrentar, porque se você virar as costas... vai ser bem pior;  
8) A fome é o melhor tempero;
9) Amigo não é aquele que te tira da briga, e sim aquele que já chega dando voadora;
10) Nunca discuta com sua mãe. Ela te pôs nesse mundo e a qualquer momento pode te tirar dele.

sábado, 8 de maio de 2010

Curta Maranhão 66, de Glauber Rocha(1966)


Curta/documentário mostra a posse do Sarney como governador do Maranhão em 1966. (detalhe no discurso do então governador).

Falando nisso....

Alguns videos do mais brilhante cineasta brasileiro, infelizmente esquecido pela grande massa assim como todo movimento "cinema novo".




Que entrevista bizarra! Glauber entrevistando ACM.


Glauber fala sobre o cinema brasileiro

Filme do mês


Como é de conhecimento de todos, maio é o mês das mães essas pessoas que darião a vida por nós. Porém este mês também marca a data do meu aniversário, por issso dessa forma indicarei Terra em transe, de Glauber Rocha para esta coluna. Pois fui presenteado por um grande amigo este ano com este belissímo filme.
Num país fictício chamado Eldorado, o jornalista e poeta Paulo (Jardel Filho) oscila entre diversas forças políticas em luta pelo poder. Porfírio Diaz (Paulo Autran) é um líder de direita, político paternalista da capital litorânea de Eldorado. Dom Felipe Vieira (José Lewgoy) é um político populista e Julio Fuentes (Paulo Gracindo), o dono de um império de comunicação. Em uma conversa com a militante Sara (Glauce Rocha), Paulo conclui que o povo de Eldorado precisa de um líder e que Vieira tem os pré-requisitos para a missão. Grande clássico do Cinema Novo, o filme faz duras críticas à ditadura, além de ser um clássico esquecido(infelizmente) do cinema nacional.   

sábado, 24 de abril de 2010

Livro do mês especial Àfrica II

Continuando o especial em homenagem ao continente africano, este mês sugiro o livro de contos O cão e os calundas, de Pepetela. Novela escrita entre os anos de 1978 e 1982, é o testemunho de Pepetela às perceptíveis mudanças da sociedade angolana após sua independência em 1975. A obra é construída como uma mistura de narrativas, situações e estilos que reconstrõem as andanças do cão pastor-alemão, Lucarpa, pela cidade de Luanda e entre seus habitantes. O "autor" da novela, outro personagem de Pepetela, reúne sob diversas formas narrativas testemunhos de pessoas que tiveram contato com o cão, protagonista e herói /ou anti-herói dessa estória. A estruturação tempo-espacial fragmentária da obra revela semelhanças com a novela picaresca e cada relato recolhido pelo "autor" tem um registro linguístico diferente ao anterior. Assim, um "ninho" textual através da polifonia é formado abordando, através da sátira social explícita, o modo de vida dos moradores de Luanda, os caluandas.
O livro é iniciado com um "Aviso ao Leitor", o qual recebe a data de 2002 e o localiza na cidade de "Calpe". Esses dois dados chamam a atenção do leitor acostumado a ler as obras de Pepetela, já que se trata de vinte anos posteriores aos fatos ali narrados e do próprio período de criação da novela (evidência ao olhar histórico que Pepetela costuma abordar em suas narrativas), e da localidade ser a mesma retratada em Muana Puó (1969), cuja significância aponta para a cidade do sonho, para a utopia do futuro.
A presença dos múltiplos narradores e de suas diversas funções sócio-políticas representa o microcosmo da cidade de Luanda em um determinado período de crise. Na altura do lançamento da novela em 1985, ela foi considerada fundamentalmente de crítica jornalística.
Em O cão e os caluandas Pepetela retoma seu questionamento aos projetos de "nação angolana" e de "unidade nacional", os quais já havia abordado em seu romance anterior Mayombe (1980). O novelista aproveita também para apresentar denúncias à burocracia, à corrupção, ao tribalismo já intrínsecos na estruturação desse jovem país recém-independente. Tais denúncias são perceptíveis em todos os depoimentos, sendo mais emblemáticos nos seguintes segmentos: "O primeiro Oficial", "O mal é da televisão", "Lição de economia política", "Regressados", "Que raiva!", "Entre judeus", "Luanda assim, nossa".

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Filme do mês

Depois de muito tempo sem postar nada, retorno minhas atenções a este blog. Após assistir alguns filmes que concorreram ao Oscar 2010, constatei que os norteamericanos não entendem nada de cinema. Como sempre a disputa foi de qual filme gastou mais e se vai confirmar todas as indicações.
Depois de assistir Avatar, Guerra ao terror, Preciosa e A fita branca(indicado a melhor filme estrangeiro); não tive dúvidas de que o melhor filme, teve apenas uma indicação e saiu de mãos abanando da dita festa do cinema. Porém venceu o Globo de Ouro (de melhor filme estrngeiro) e a Palma de Ouro, no festival de Cannes.
A fita branca (Dass Weisse Band), narra a história de crianças e adolescentes de um coral dirigido pelo professor primário de um pequeno vilarejo protestante no norte da Alemanha, em 1913, às vésperas da I Guerra Mundial e suas famílias. Estranhos acidentes começam a acontecer e tomam aos poucos o caráter de um ritual punitivo. O que se esconde por trás desses acontecimentos?