Tratar de música é sempre algo complicado, pois mexe com paixões. Mas como não existe inparcialidade, também expressarei aqui minhas paixões.
Após quinze anos os Tribalistas voltaram com um trabalho incrivel. Ótimos arranjos, bela harmonia de vozes e letras que são pura poesia. Com apenas dez faixas deixam claro que boa música é sempre bem aceita e necessária.
Diaspora fala de refugiados (tema extremamente atual); Um só fala sobre quebra de barreiras sociais ; Fora da memoria aborda aquilo que não se deve lembrar; Aliança balada romântica (sempre há espaço para o amor); Trabalivre vida trabalhista (palavra inventada, assim como no albúm de 2002 que apresentou Carnavalia); Baião fala sobre a relação com a água; Anima indiretamente fala sobre espiritualidade questionando a velha pergunta, pra onde vamos após essa vida?; Feliz e saudável o nome é o tema; Lutar e vencer força dos humanos pra alcançar objetivos; Os peixinhos universo infantil (possui a melhor melodia do cd, na minha humilde opinião).
tira gosto
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Sobre Tartarugas e cegos
Na
primeira edição de Demolidor, em 1964, o jovem Matthew Murdock se joga
na frente de um senhor de idade para evitar que ele seja atingindo por
um caminhão. Em consequência, Matt fica cego após ser atingido nos olhos
por um resíduo radioativo que caiu do veículo. O acidente, no entanto, fez com que o protagonista desenvolvesse uma sensibilidade sobre-humana.
Este mesmo resíduo foi responsável por ativar as mutações em quatro tartarugas inocentes e minusculas dos esgotos de Nova York.
Kevin Eastman e Peter Laird, criadores de As Tartarugas Ninja, decidiram homenagear a origem de Murdock ao usar a mesma substância radioativa que cegou o personagem para criar seu quarteto de répteis mascarados.
Na história, após atingir o nosso herói humano, a carga contaminada cai dentro de um bueiro nas ruas de Hell's Kitchen e acaba atingindo os quatro seres que posteriormente se tornariam Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael.
E ainda tem mais: Splinter, o rato que encontra as tartarugas logo após o acidente, é uma referência a Stick, tutor de Matthew Murdock em Demolidor. E enquanto um dos principais inimigos do herói da Marvel é o clã ninja chamado A Mão, a organização adversária das Tartarugas Ninja é o Clã do Pé.
Fonte : ING Brasil
Este mesmo resíduo foi responsável por ativar as mutações em quatro tartarugas inocentes e minusculas dos esgotos de Nova York.
Kevin Eastman e Peter Laird, criadores de As Tartarugas Ninja, decidiram homenagear a origem de Murdock ao usar a mesma substância radioativa que cegou o personagem para criar seu quarteto de répteis mascarados.
Na história, após atingir o nosso herói humano, a carga contaminada cai dentro de um bueiro nas ruas de Hell's Kitchen e acaba atingindo os quatro seres que posteriormente se tornariam Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael.
E ainda tem mais: Splinter, o rato que encontra as tartarugas logo após o acidente, é uma referência a Stick, tutor de Matthew Murdock em Demolidor. E enquanto um dos principais inimigos do herói da Marvel é o clã ninja chamado A Mão, a organização adversária das Tartarugas Ninja é o Clã do Pé.
Fonte : ING Brasil
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Red Tail y Tupamaros
Después de mucho tiempo ( dos años) sin postar, vuelvo a utilizar esta herramienta para apuntar dos grandes peliculas. Una sobre la historia de los Tupamaros de Uruguay, y la otra sobre el racismo en las fuerzas armadas de E.E.U.U. espero que sea instructivo.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Para todos os gostos
Todos gostam de se realizar, sexualmente falando, mais até que ponto ousamos para apimentar a relação ou nos tornamos dependentes de práticas estranhas e questionáveis. Será que vale tudo para ser feliz? Qual é o limite do prazer?
Não querendo responder construí uma pequena lista de fetiches curiosos
Não querendo responder construí uma pequena lista de fetiches curiosos
Dendrofilia
Tudo bem tentar salvar o meio ambiente, mas esse é
o nome dado para as pessoas que sentem atração sexual por árvores
e plantas.
Necrofilia
Atração sexual por cadáveres. Durante o século
XIX, muitos poetas dedicaram suas obras a esse fetiche, sendo o mais
famoso deles ‘Noites na Taverna’, de Álvares de Azevedo.
Crush Fetish
Se você acha que já viu de tudo, melhor sentar:
existem pessoas que só conseguem obter prazer esmagando insetos ou
pequenos animais durante o sexo. Não, né?
Zoofilia
Nome dado às pessoas que têm fantasias sexuais
com animais.
Fornofilia
É a atração sexual que certas pessoas sentem
por móveis. A tara também pode ser pessoas que fingem ser mobília.
Simforofilia
Excitação com tragédia? Sim existe.
Insuflação
Sabe aquele ventinho gostoso? Então tem pessoas
que só alcançam o orgasmo quando assopram orifícios de seus
parceiros.
Hibristofilia
É quem fica excitado por criminosos.
Agalmatofilia
Nem os manequins escapam: este é o nome dado às
pessoas que se excitam por manquins ou estátuas.
Mecanofilia
Atração sexual por automóveis e máquinas.
Oculofilia
São as pessoas que sentem desejo em lamber o
globo ocular de outra ou ter o seu próprio globo lambido.
Latronudia
Há quem se sinta excitado ao se despir para
médicos.
Mucofilia
Há quem só consegue “chegar lá” com a
ajuda do catarro.
Coprofilia
Obtenção de prazer sexual pelo uso de fezes.
Clismafilia
Há quem sinta prazer da sensação de água
entrando no ânus. Apenas água.
Menofilia
Existe o “fetiche por sangue”, mas este
específico é o sangue menstrual.
Urolagnia
Quando a pessoa associa prazer com xixi.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Adeus Abujamra
Hoje,(terça passada) às 23h30, irá ao ar na TV
Cultura, como acontece todas as terças, o “Provocações”, o programa de
entrevistas capitaneado por Antônio Abujamra desde 2000. Mas desta vez a
edição terá um sabor diferente: ele é o registro da última provocação
do entrevistador. Antônio Abujamra morreu na manhã desta terça. Tinha 82
anos. Ator e diretor, Abu, como era chamado pelos amigos, foi umas das
figuras mais instigantes e raras da dramaturgia e, principalmente, da
televisão brasileira.
O seu “Provocações” trouxe uma forma
diferente de entrevistar e realmente fazia jus ao título. Como disse o
próprio Abujamra em um dos últimos textos de abertura, era um programa
que “idolatrava a dúvida”. Sua forma de abordar era muito eficiente em
alcançar um objetivo: tirar o entrevistado da zona de conforto.O estilo de Abujamra era totalmente coerente com sua personalidade e trabalho: inquietante, sincero, instigante. Idolatrado no universo teatral, Abujamra também teve grandes momentos na televisão – um dos mais lembrado foi sua interpretação do bruxo Ravengar, na novela “Que Rei Sou Eu?” (1989).
Um
clássico do “Provocações” era o final, quando Abujamra perguntava: “o
que é a vida?” E continuava a repetir a mesma questão ao entrevistado,
sempre obtendo respostas diferentes. Era desconcertante. Antônio
Abujamra fará falta com suas provocações – não haverá mais ninguém para
olhar os entrevistados diretamente dentro dos olhos e lançar, de forma
perturbadora e convincente, aquele “o que é a vida?”.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Palabra de la semana
Marzo
El dios romano de la guerra, Marte, latinización del Ares de los griegos, dejó su nombre en varios sustantivos de nuestra lengua, entre ellos, el nombre del mes que está comenzando, el del segundo (o tercer) día de la semana y el del cuarto planeta del sistema solar. También tenemos adjetivos como marzal 'relativo al mes de marzo', marciano 'habitante de Marte' y marcial 'relativo a la guerra o a los militares'.
El vocablo inglés para el día martes, Tuesday, es un homenaje al dios vikingo Tiw, patrono de los combates singulares (entre dos oponentes); en noruego, el nombre de este día de la semana es tirsdag.
En la tradición occidental, desarrollada durante milenios en el hemisferio norte, el mes de marzo corresponde al comienzo de la primavera, mientras que en el sur, las fechas cercanas al día 21 marcan el inicio del otoño.
En el antiguo calendario romano, marzo era el primer mes del año, en la misma época en que septiembre era el séptimo; octubre, el octavo; noviembre, el noveno y diciembre, el décimo.
El dios romano de la guerra, Marte, latinización del Ares de los griegos, dejó su nombre en varios sustantivos de nuestra lengua, entre ellos, el nombre del mes que está comenzando, el del segundo (o tercer) día de la semana y el del cuarto planeta del sistema solar. También tenemos adjetivos como marzal 'relativo al mes de marzo', marciano 'habitante de Marte' y marcial 'relativo a la guerra o a los militares'.
El vocablo inglés para el día martes, Tuesday, es un homenaje al dios vikingo Tiw, patrono de los combates singulares (entre dos oponentes); en noruego, el nombre de este día de la semana es tirsdag.
En la tradición occidental, desarrollada durante milenios en el hemisferio norte, el mes de marzo corresponde al comienzo de la primavera, mientras que en el sur, las fechas cercanas al día 21 marcan el inicio del otoño.
En el antiguo calendario romano, marzo era el primer mes del año, en la misma época en que septiembre era el séptimo; octubre, el octavo; noviembre, el noveno y diciembre, el décimo.
Marcadores:
marzo; palabra; marte; mitologia griega
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Palabra de la semana
exquisito
Proviene del latín ex-squisitus 'buscado minuciosamente', participio pasado de ex-quirere 'buscar cuidadosamente', formado por el prefijo latino ex- y el verbo quaerere 'buscar'. A lo largo de los siglos, el significado fue cambiando y hoy se aplica en nuestra lengua a aquello 'que es de una calidad, un refinamiento y un gusto extraordinarios'. Pero no se trata de un capricho de los hispanohablantes: ya en la Roma clásica tuvo, además de 'buscado diligentemente', la denotación de 'distinguido, delicado, delicioso'. Plinio el Viejo llegó a utilizar el sintagma exquisitae epulae para significar 'banquete de deliciosos manjares', por evolución del rasgo semántico de esmero y minuciosidad. Cervantes es uno de los primeros que atestigua esta palabra en español.
En el portugués de hoy, en cambio esquisito es 'anormal, diferente, excéntrico, raro, inexplicable' y, en Brasil, también 'feo, desagradable'.
Proviene del latín ex-squisitus 'buscado minuciosamente', participio pasado de ex-quirere 'buscar cuidadosamente', formado por el prefijo latino ex- y el verbo quaerere 'buscar'. A lo largo de los siglos, el significado fue cambiando y hoy se aplica en nuestra lengua a aquello 'que es de una calidad, un refinamiento y un gusto extraordinarios'. Pero no se trata de un capricho de los hispanohablantes: ya en la Roma clásica tuvo, además de 'buscado diligentemente', la denotación de 'distinguido, delicado, delicioso'. Plinio el Viejo llegó a utilizar el sintagma exquisitae epulae para significar 'banquete de deliciosos manjares', por evolución del rasgo semántico de esmero y minuciosidad. Cervantes es uno de los primeros que atestigua esta palabra en español.
En el portugués de hoy, en cambio esquisito es 'anormal, diferente, excéntrico, raro, inexplicable' y, en Brasil, también 'feo, desagradable'.
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